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Quem realizou a primeira viagem marítima por volta do mundo?

Quem realizou a primeira viagem marítima por volta do mundo?
Me ajudem a responder essas questões por favor!!

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Qual motivo dos dois paises começarem as navegações? (Portugal e Espanha)

Quem realizou a primeira viagem marítima por volta do mundo?

Quais as crenças que eles acreditavam que existiam no mar?

Quem souber nem ki seja 1 jah está otimo!! obrigada desde ja!

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4 Comentários sobre "Quem realizou a primeira viagem marítima por volta do mundo?"

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  1. girafa diz:

    Quem realizou a primeira viagem marítima por volta do mundo?

    -A primeira viagem marítima em volta ao mundo foi realizada pelo português Ferdinand Magellan;

    Qual motivo dos dois paises começarem as navegações? (Portugal e Espanha)

    -Portugal, situado no Oceano Atlântico, a meio caminho entre o Mediterrâneo e o norte da Europa, não tinha condições econômicas de concorrer com a Inglaterra, Flandres e cidades italianas por não ser centro produtor de manufaturas e devido ao monopólio exercido pelos italianos sobre os produtos orientais. Assim, viu na exploração da costa ocidental da África a perspectiva de superar a pobreza de um país de população escassa e de solo de baixo rendimento agrícola.

    Em 1385, após uma guerra contra a Espanha, ocorreu a ascensão de D. João I,- da dinastia de Avis, ao trono de Portugal, com apoio da burguesia mercantil dos portos, financiadora da luta. A partir desse momento, com o país internamente unificado e pacificado, a monarquia portuguesa iniciou uma política sistemática de exploração marítima da costa da África em busca de um novo caminho para as Índias, apoiada por nobres e burgueses interessados em ouro, terras e especiarias. As navegações portuguesas tiveram também o sentido religioso de continuar na África, as perseguições aos árabes adeptos do Islamismo expulsos do território ibérico após a longa luta de Reconquista (711-1492) e de converter as populações pagãs africanas ao Cristianismo.

    Além disso, a conquista de um novo caminho para as Índias, via Oceano Atlântico, ia ao encontro dos interesses da burguesia européia, desejosa em romper o lucrativo comércio de produtos orientais, em mãos dos mercadores italianos e árabes. Portanto a rivalidade entre as principais regiões comerciais da Europa também estimulou os portugueses à conquista do Atlântico.

    Quais as crenças que eles acreditavam que existiam no mar?

    -Em meados do século 15 acreditava-se que a Terra era redonda e plana, um disco. Por isso, quase ninguém levava a sério o projeto do navegador genovês Cristóvão Colombo, de chegar às Índias perseguindo o pôr-do-sol. Isso só seria possível se a Terra tivesse o formato de um globo, o que contrariava a concepção dominante na época.

    Mesmos assim, a idéia de atingir o Oriente pelo Ocidente foi arduamente defendida por Colombo. Um debate travado entre ele e os padres da Universidade de Salamanca, em 1486, custou-lhe a exposição ao ridículo, a pecha de louco e quase uma condenação à fogueira da Inquisição, já em plena atividade na Espanha (muito antes do Concílio de Trento, que viria a ressuscitá-la como reação à Reforma protestante, no século 16).

    Ainda que tivesse conseguido a adesão de algumas pessoas influentes, como a própria rainha, o projeto de circunavegação do então suposto globo terrestre só ganhou credibilidade depois que o respeitável Martin Pinzón foi confirmado no comando de uma das três embarcações que comporiam a esquadra.

  2. Claudio M - O Revolucionário diz:

    Foi o navegador português Fernão de Magalhães, o primeiro maritimo(navegador), a fazer a travessia dos mares, dando a volta ao mundo no século XVI.

    “Em 1517 foi a Sevilha com Rui Faleiro, tendo encontrado no feitor da “Casa de la Contratación” da cidade um adepto do projecto que entretanto concebera: dar a Espanha a possibilidade de atingir as Molucas pelo Ocidente, por mares não reservados aos portugueses no Tratado de Tordesilhas e, além disso, segundo Faleiro, provar que as ilhas das especiarias se situavam no hemisfério castelhano.
    Com a influência do bispo de Burgos conseguiram a aprovação do projecto por parte de Carlos V, e começaram os morosos preparativos para a viagem, cheios de incidentes; depois da ruptura com Rui Faleiro, Magalhães continuou a aparelhagem dos cinco navios que, com 256 homens de tripulação, partiram de Sanlúcar de Barrameda em 20 de Setembro de 1519. A esquadra tinha cinco navios e uma tripulação total de 234 homens.
    Antonio Pigafetta, escritor italiano que havia pago do seu próprio bolso para viajar com a expedição, escreveu um diário completo de toda a viagem, possibilitado pelo fato de Pigafetta ter sido um dos 18 homens a retornar vivo para a Europa. Dessa forma, legou à posteridade um raro e importante registro de onde se pode extrair muito do que se sabe sobre este episódio da história.
    A armada fez escala nas ilhas Canárias e alcançou a costa da América do Sul, chegando em 13 de dezembro ao Rio de Janeiro. Prosseguindo para o sul, atingiram Puerto San Julian à entrada do estreito, na extremidade da atual costa da Argentina, onde o capitão decidiu hibernar. Irrompeu então uma revolta que ele conseguiu dominar com habilidosa astúcia. Após cinco meses de espera, período no qual a “Santiago” foi perdida em uma viagem de reconhecimento, tendo os seus tripulantes conseguido ser resgatados, Magalhães encontrou o estreito que hoje leva seu nome, aprofundando-se nele. Em outra viagem de reconhecimento, outra nau foi perdida, mas desta vez por um motim na “San Antonio” onde a tripulação, sem que soubesse seu capitão-mor, iniciou uma viagem de volta (realmente estes completaram a viagem, espalhando ofensas contra Fernão de Magalhães na Espanha).
    Apenas em novembro a esquadra atravessaria o Estreito, penetrando nas águas do Mar do Sul (assim baptizado por Balboa), e baptizando o oceano em que entravam como «Pacífico» por contraste às dificuldades encontradas no Estreito. Depois de cerca de quatro meses, a fome, a sede e as doenças (principalmente o escorbuto) começaram a dizimar a tripulação. No Pacífico que encontrou as nebulosas que hoje ostenta o seu nome – as nebulosas de Magalhães.
    Em março de 1521, alcançaram a ilha de Ladrões no actual arquipélago de Guam, chegando à ilha de Cebu nas atuais ilhas Filipinas em 7 de abril. Imediatamente começaram com os nativos as trocas comerciais; boa parte das grandes dificuldades da viagem tinham sido vencidas. Dias depois, porém, Fernão de Magalhães morreu em combate com os nativos na Ilha de Mactan, atraído a uma emboscada.
    A expedição prosseguiu sob o comando de João Lopes Carvalho, deixando Cebu no início de março de 1522. Dois meses depois, seria comandada por Juan Sebastián Elcano.”

  3. moreno_assai diz:

    Cara mia

    1) Expansão marítima
    Ocorre em duas ondas distintas. A primeira, de 1415 a 1600, sob hegemonia de Portugal e Espanha, e a segunda, entre 1600 e 1800, sob a hegemonia da Holanda, Inglaterra e França.
    Graças aos progressos verificados na arte de navegar (sobretudo a invenção da bússola), à difusão das obras geográficas dos antigos (notadamente as de Ptolomeu) e à atração que exerciam as riquezas do Oriente, assistiu-se no decorrer do século XV a uma verdadeira revolução nos conhecimentos geográficos dos europeus. Sobrevieram os descobrimentos marítimos, motivados pela necessidade de novas rotas para o Oriente, uma vez que as potências muçulmanas intervinham com freqüência no comércio com a Índia.
    Além disso, o comércio internacional europeu, baseado na compra de produtos orientais (especiarias, objetos raros, pedras preciosas), tendia a se estagnar… (os tesouros) …escoavam para o Oriente, em pagamento das especiarias. O resultado disso foi a escassez de metais preciosos na Europa, o que criava mais dificuldades ainda para o desenvolvimento do comércio.
    A solução para esses problemas estava na exploração de novos mercados, capazes de fornecer alimentos e metais preciosos a baixo custo e, ao mesmo tempo, aptos para consumir os produtos artesanais fabricados nas cidades européias.
    O comércio com o Oriente estava indicando o caminho. Os mercados da Índia, da China e do Japão eram controlados pelos mercadores árabes e seus produtos chegavam à Europa ocidental através do mar Mediterrâneo, controlado por Veneza, Gênova e outras cidades italianas. O grande número de intermediários nesse longo trajeto encarecia muito as mercadorias. Mas se fosse descoberta uma nova rota marítima que ligasse a Europa diretamente aos mercados do Oriente, o preço das especiarias se reduziria e as camadas da população européia com poder aquisitivo mais baixo poderiam vir a consumi-las.
    Descobrimentos portugueses – As causas do pioneirismo português podem ser atribuídas à sua neutralidade nos confrontos europeus, centralização política, posição geográfica privilegiada e ao desenvolvimento da indústria naval. A fundação da Escola de Sagres forma pilotos para a navegação em alto-mar.

    Navegações espanholas – A Espanha tenta chegar às Índias através do Atlântico. Opta pela direção ocidental, sob a influência dos navegadores genoveses Cristóvão Colombo e Américo Vespúcio, na suposição correta da esfericidade da Terra.

    2) Fernão de Magalhães – O famoso navegador que emprendeu a primeira circunavegação da Terra nasceu em Portugal, em 1480. De família nobre, foi criado como pagem da rainha D. Leonor, em Lisboa. Aos 25 anos, embarcou na esquadra de Francisco de Almeida, o primeiro vice-rei português na Índia e, depois, com Afonso de Albuquerque, fundador do império português na Ásia.
    Quando regressou a Portugal, em 1512, atingira o posto de capitão e foi promovido a fidalgo escudeiro, um escalão de nobreza mais elevado. Ferido em combate no Norte da África, ficou coxo para o resto da vida. Tratado com indiferença pelo rei ao reivindicar o aumento de sua pensão, solicitou ao rei que o desobrigasse de sua lealdade a Portugal para que pudesse servir a outro monarca. O rei deu-lhe permissão e Fernão de Magalhães foi para Sevilha, na Espanha, de onde partiu, em 20 de setembro de 1519, para a primeira viagem de circunavegação da história, sob a bandeira de Espanha.
    Com cinco naus – San Antonio, Trinidad (nau-capitânia), Victoria, Concepción e Santiago – e uma tripulação de 267 homens de várias nacionalidades, sob o comando de Fernão de Magalhães, a Armada das Molucas partiu de Sevilha com o objetivo de encontrar uma passagem no Sul do continente americano e estabelecer um caminho mais rápido para as Ilhas das Especiarias, uma rota alternativa para o trajeto até então conhecido, que era contornar a África.
    Pela primeira vez na história da navegação, uma esquadra cruzou o oceano Atlântico em direção ao Pacífico, passando pelo Estreito que recebeu o nome do navegador. A expedição usou técnicas avançadas para a época, mas mesmo assim apenas 18
    tripulantes sobreviveram.
    Três anos mais tarde, quando ninguém na Espanha se lembrava mais daquela esquadra, surgiu no porto a pequena Victoria, sem mastros, com o casco avariado, fazendo água. A bordo, dezoito sobreviventes. Um deles era Antônio Pigaffeta, que
    escreveu os acontecimentos daqueles três anos. Fernão de Magalhães havia falecido em Mactan, nas Filipinas, em combate com nativos, em 27 de abril de 1521 e, além de dar seu nome ao estreito no extremo Sul das Américas, batizou a estrela na base do Cruzeiro do Sul.

    3) Seria a Terra realmente um disco chato e plano, cujos limites eram precipícios sem fim?
    Mas as poucas expedições que se aventuraram mar adentro nunca mais volta­ram. Essas tentativas malogradas criaram na imaginação popular as mais fervilhantes fantasias acerca do oceano desconhecido: monstros marinhos, águas ferventes e pedras-ímã, que puxavam as embarcaçõ

  4. clarissa*** diz:

    O casal Vilfredo e Heloísa Schürmann descobriram sua paixão pela navegação quando viajaram para o Caribe em 1974. Daí em diante, a dupla foi ganhando conhecimento teórico e prático da vida marítima. Tamanha era o fascínio pelo mar que o casal resolveu largar as profissões para passar a vida nos braços de Netuno. Boa parte da criação dos filhos do casal ocorreu em alto mar. E foi justamente um dos filhos, David, que dirigiu o filme. A idéia que vinha tomando formato na cabeça da família Schürmann era fazer o mesmo trajeto que Fernão Magalhães havia feito há 500 anos quando descobriu o caminho alternativo para atingir as Índias. O navegador português não conseguiu atingir o seu intento, visto que foi morto em Bornéu, na Oceania, porém, a família Schürmann teve sucesso na empreitada. Foram praticamente 2 anos de viagem documentadas em mais de 100 horas de filmagem, que foram reduzidas a 90 minutos. Mais bela que as paisagens da Patagônia, da Ilha de Páscoa, de Samoa, das Filipinas, de Madagascar, do Cabo da Boa Esperança, de Cabo Verde, de Sevilha e de Porto Seguro, foi a idéia de colocar em forma de cartoon a viagem de Fernão de Magalhães em paralelo com a navegação da família. O resultado positivo do documentário se deu muito em função da comparação com a viagem do português que foi procurar financiamento para seu projeto no maior inimigo da coroa portuguesa: a Espanha. Com mais de 300 tripulantes, Fernão partiu com o objetivo de chegar às Índias. Mal sabia ele que apenas 18 homens iriam sobreviver, bem como o mapa geográfico da terra iria ser modificado de forma marcante. A passagem mais pitoresca da viagem foi descrita por Heloísa. Quando uma indígena de Samoa ao ver os filhos loiros do casal, pediu emprestado o seu marido por algumas noites para que pudesse ter crianças “loiras”. Ah, se essa idéia pegasse por aqui… A despeito do fato das navegações serem muito mais fáceis do que na época em que o Sr. Pedro das Tamancas descobriu o Brasil, devido à toda tecnologia atualmente existente, não é nada fácil ficar morando um dia em cada porto. A Polinésia é maravilhosa, mas levar uma vida totalmente desprovida de “roteiro” pode ser algo impossível para a grande maioria dos mortais. 891 dias de viagem

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